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Rota bioceânica e desenvolvimento: o que Carlos Bernardo espera para a fronteira

Para o empresário Carlos Bernardo, o Hospital Binacional é apenas a ponta de um projeto maior de desenvolvimento para a fronteira. A avaliação foi feita em entrevista ao Giro Estadual de Notícias, do Grupo Feitosa de Comunicação, em que ele ligou a saúde a outras frentes econômicas.

O pano de fundo é a Rota Bioceânica. O entrevistado cita o corredor como uma oportunidade para o Estado, mas diz enxergar avanço lento. “Será o negócio para o Brasil e principalmente para o Mato Grosso do Sul”, afirmou, ao defender mais celeridade. A leitura tem respaldo no cenário oficial: o Governo de MS já usa a Rota Bioceânica como motor para reestruturar a rede de saúde da fronteira.

Na visão do empresário, o hospital é um “projeto piloto” que abriria caminho para outros. “Atrás desse vêm várias coisas, principalmente na industrialização, geração de emprego e renda”, disse, associando o equipamento de saúde a um ciclo de desenvolvimento regional.

Ele encerra o raciocínio com uma defesa da boa gestão de recursos. “Dinheiro no sistema tem; basta trabalhar sério”, afirmou. Para a fronteira, o recado é de que saúde e economia caminhariam juntas — uma aposta que, no discurso, ultrapassa os muros do futuro hospital.

Fonte: A Crítica

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