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Cochabamba sedia encontro internacional para promover a construção do Corredor Bioceânico Andino-Amazônico

Nos dias 22 e 23 de abril, os governadores de Cochabamba, Oruro, Chuquisaca, Beni e autoridades do Brasil, Peru e Chile participarão do IV Nodo Bioceânico Andino-Amazônico Central, que busca promover a construção do Corredor Bioceânico Andino-Amazônico Central como um projeto de integração internacional.

O evento acontecerá na cidade de Cochabamba, de onde as autoridades nacionais lançaram oficialmente o evento nesta terça-feira.

“Trata-se de um projeto no qual temos trabalhado institucionalmente, interinstitucionalmente e internacionalmente. Em diversas ocasiões, manifestamos nosso compromisso e, como residentes de Cochabamba, participaremos de todas as reuniões técnicas do IV Nodo Bioceânico durante esses dois dias em que estaremos presentes”, explicou o governador de Cochabamba, Humberto Sánchez.

Seu homólogo de Oruro, Johnny Vedia, assegurou que o encontro tem como objetivo dar continuidade à promoção da construção do Corredor Bioceânico Andino-Amazônico Central, que integrará a Bolívia ao Brasil, Peru e Chile, fortalecendo a economia regional e internacional.

“Com a construção desta rodovia, nós, em Oruro, colocaremos o Porto Seco em operação e iniciaremos a construção da estrada que nos ligará a Tambo Quemado. Estima-se que entre 1.000 e 1.500 caminhões circularão por nossas estradas”, afirmou Vedia.

Enquanto isso, o governador de Chuquisaca, Damián Condori, destacou a importância deste projeto, que deve ser concluído pelas autoridades recém-eleitas, e sugeriu que a construção do Corredor Bioceânico seja declarada prioridade nacional por meio de uma lei, que permitirá a exportação de produtos como amendoim, orégano, mel, entre outros, de Sucre.

O projeto do Corredor Bioceânico Andino-Amazônico Central possui três componentes: a hidrovia Ichilo-Mamoré; uma rodovia bioceânica entre os departamentos de Cochabamba, Beni, Oruro e Chuquisaca; e um trem bioceânico, que busca reduzir o tempo de transporte de produtos.

Fonte: KCF/MCM/ABI

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