Paraguai: Corredor Bioceânico mantém ritmo constante de execução no Chaco
O Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) do Paraguai informou que as obras no Lote 1 da rodovia PY15, correspondente ao Corredor Bioceânico no Chaco paraguaio, continuam avançando em bom ritmo e de forma contínua, apesar das condições climáticas adversas registradas nos últimos dias.
Segundo o ministério, embora as condições meteorológicas instáveis tenham limitado temporariamente algumas atividades, a equipe técnica conseguiu manter as frentes estratégicas operacionais. Atualmente, o trabalho está concentrado na preparação da plataforma para a construção da base granular de solo-cimento, após a conclusão dos primeiros 10 quilômetros de base asfáltica.
O andamento das obras foi recentemente verificado durante uma visita de representantes da agência financiadora e do Ministério de Obras Públicas e Comunicações. Durante a visita, as autoridades verificaram o nível de conclusão e elogiaram o desempenho da empresa contratada.
Segundo a organização, além de melhorar a conectividade regional, o Corredor Bioceânico visa transformar a vida de inúmeras comunidades na região do Chaco, proporcionando uma rota transitável durante todo o ano. Isso é crucial em uma área onde as chuvas frequentemente dificultam o acesso a serviços essenciais como saúde e educação.
No Lote 1, foi dada prioridade especial à manutenção e melhoria das estradas em comunidades indígenas. Simultaneamente, a construção de salas de aula está em andamento, contribuindo para o fortalecimento da infraestrutura educacional e o desenvolvimento social da região.
O Consórcio do Pacífico (EDB Construcciones) está executando as obras neste trecho, sob a supervisão do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) e com financiamento do Banco de Desenvolvimento (Fonplata). O projeto faz parte da pavimentação de 224 quilômetros da Rodovia PY15, entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo.
A iniciativa está dividida em quatro lotes e visa fortalecer a conectividade da região do Chaco, facilitando a integração regional e o fluxo comercial entre os oceanos Atlântico e Pacífico.
Fonte: Portal Portuário

