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CIN completa 25 anos com foco em ampliar presença de MS no mercado internacional

O Centro Internacional de Negócios (CIN), da Fiems, completa 25 anos de atuação com foco na internacionalização de empresas de Mato Grosso do Sul e na ampliação das relações comerciais do Estado com outros países. Para os próximos anos, a unidade pretende ampliar a presença sul-mato-grossense em novos mercados e aproveitar oportunidades ligadas à Rota Bioceânica.

Nos últimos anos, o CIN participou de missões empresariais na China, Índia, Japão, Singapura e África do Sul, além de agendas na Europa e nos Estados Unidos. Entre as ações citadas pela entidade estão a participação na Canton Fair, na China, a Missão Ásia e o MS Day, realizado em Nova York em 2024.

Segundo o diretor do CIN, Aurélio Rocha, uma das prioridades é diversificar os destinos das exportações de Mato Grosso do Sul.

“Nós entendemos que Mato Grosso do Sul precisa ampliar mercados, diversificar parceiros comerciais, reduzir a concentração das exportações e construir novas pontes com países e regiões que apresentam grande potencial de crescimento”, afirma.

Neste ano, a unidade direciona esforços para ampliar relações com a Coreia do Sul. O CIN também mantém acordos de cooperação com entidades empresariais de países como China, Índia e África do Sul.

A atuação inclui ainda participação em discussões internacionais relacionadas ao comércio exterior, como o acordo entre Mercosul e União Europeia, além da recepção de autoridades e delegações estrangeiras em Mato Grosso do Sul.

Entre os próximos projetos está a possibilidade de criação de um curso em parceria com uma universidade de Xangai, voltado à formação de lideranças com atuação internacional.

Para o CIN, a Rota Bioceânica deve ocupar papel central nessa nova etapa, ao ampliar as conexões de Mato Grosso do Sul com países do Pacífico e facilitar o acesso a mercados da Ásia.

“A grande mensagem é que Mato Grosso do Sul está vivendo um momento único. O Estado é hoje um dos destinos mais promissores para investimentos e tem condições de assumir um protagonismo cada vez maior no cenário internacional”, afirma Aurélio Rocha.

Fonte: A Crítica

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