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Rota Bioceânica pode ser gerida por iniciativa privada via concessão, diz ministro

O ministro de carreira das Relações Exteriores João Carlos Parkinson de Castro, coordenador nacional dos Corredores Bioceânicos pelo Ministério das Relações Exteriores, diz que a Rota Bioceânica pode passar por concessão para manutenção.

Parkinson foi um dos palestrantes do 2° Fórum Centro-Oeste de Segurança Rodoviária, realizado nesta manhã de quarta-feira (29), no Bioparque Pantanal, em Campo Grande. O corredor rodoviário conta com extensão de 2.396 quilômetros e liga os dois maiores oceanos do planeta: o Atlântico e o Pacífico. A conexão se dá pelos portos de Antofagasta e Iquique, no Chile, passando por Paraguai e Argentina.

“É um tema bastante preocupante que está sendo discutido. Eu diria que o Brasil está mais avançado e mais disposto a concessionar que outros governos. Nós não teríamos menor dificuldade em conceder as nossas rodovias e, obviamente, transferir para o setor privado todo o trabalho de manutenção. Eu não posso dizer o mesmo pela Argentina, não posso falar o mesmo pelo Paraguai, mas é uma questão que eu diria que está amadurecendo entre os países”, disse o ministro.

Durante uma coletiva de imprensa antes de palestrar no evento, o ministro também adiantou os principais pontos onde Campo Grande precisa melhorar para receber a Rota Bioceânica. Ao Jornal Midiamax, Parkinson adiantou que a Capital de MS, em breve, pode ter voo direto para Iquique.

“É preciso retomar a malha oeste, aumentar oferta hoteleira e também ter um ambiente mais bilíngue. Um banco internacional de primeira linha também é muito importante para a cidade. No sábado, o prefeito de Iquique visita novamente Campo Grande, e espero que anuncie um voo direto para a cidade”, adiantou.

Fonte: Midiamax

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