Ministro cobra avanço internacional de Campo Grande com a Rota Bioceânica
Enquanto se prepara para se tornar um hub logístico pela Rota Bioceânica, Campo Grande ainda precisa dar um passo e se abrir ao ambiente internacional. A avaliação foi feita pelo ministro da Carreira Diplomática das Relações Exteriores, Carlos Parkinson, na abertura do 2º Fórum Centro-Oeste de Segurança Rodoviária, realizado no Bioparque Pantanal.
Em sua fala de abertura, o ministro ressaltou a necessidade de internacionalizar Campo Grande. Segundo ele, a cidade é muito enraizada no português. “Ter um ambiente mais internacional, mais bilíngue, ainda é muito enraizado no português, quando vocês têm que se abrir ao ambiente internacional”, pontuou.
O evento, realizado hoje (29) e amanhã (30), vai debater dez assuntos relacionados aos avanços, desafios e novas perspectivas para o transporte rodoviário no Brasil, com destaque para a Rota Bioceânica. O corredor logístico ligará Mato Grosso do Sul, por Porto Murtinho, ao Chile.
Parkinson também defendeu a instalação de um banco internacional de primeira linha na Capital para facilitar as operações financeiras e comerciais ligadas ao comércio exterior.
Além disso, citou a importância de retomar o Terminal Intermodal de Campo Grande (Porto Seco) e a Malha Oeste, que, segundo ele, “dará mais vitalidade a Campo Grande”.
Outro ponto para que Campo Grande seja destaque internacional é a melhoria do Aeroporto Internacional de Campo Grande.
“Eu espero que a gente inaugure um voo direto entre Iquique e Campo Grande, acho que seria muito bom para a cidade. A cidade precisa de um aeroporto efetivamente internacional e voos internacionais”, destacou.
O ministro adiantou ainda que o prefeito de Iquique, Mauricio Soria, deve visitar Campo Grande no próximo sábado (1°), reforçando os laços entre as duas cidades.
Corredor – A ponte terá 1.294 metros de extensão e 21 metros de largura. No lado brasileiro, as obras incluem 13,1 km de acessos, conectando a BR-267 à cabeceira da ponte.
O projeto tem investimento de R$ 474 milhões. A execução está a cargo do Consórcio PDC Fronteira, formado pelas empresas Caiapó Construções, DP Barros e Paulitec Construções.
Fonte: Campo Grande News – veja mais em https://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/ministro-cobra-avanco-internacional-de-campo-grande-com-a-rota-bioceanica

