Ministra das Obras do Paraguai reafirma seu compromisso com a infraestrutura estratégica no V Fórum de Cavilpa
A Ministra das Obras Públicas e Comunicações, Engenheira Claudia Centurión, participou esta tarde do painel “Políticas de Infraestrutura. IPC. Bioceânica”, no âmbito do 5º Fórum Cavialpa.
Ele enfatizou a importância estratégica do Corredor Bioceânico, “um exemplo claro de visão de longo prazo e consenso nacional sobre o desenvolvimento futuro”. Explicou que este projeto, iniciado há mais de duas décadas, representa um compromisso fundamental para conectar os oceanos Atlântico e Pacífico e abrir novos mercados. “Esta infraestrutura nos abrirá imediatamente para os mercados asiáticos mais importantes, tornando o Paraguai um centro de trânsito crucial para o comércio internacional”, afirmou.

Ele comentou que o corredor já apresentou avanços significativos em diversos trechos. O primeiro, que liga Carmelo Peralta às colônias menonitas do Chaco central, está concluído, enquanto o terceiro trecho, que vai de Mariscal Estigarribia a Pozo Hondo, está 20% concluído. Além disso, a ponte que ligará Porto Murtinho (Brasil) a Carmelo Peralta está 80% concluída. “Este é um projeto que abrange o Pacífico e o Atlântico, une nossos povos e nos permitirá dobrar o comércio intrarregional entre o Paraguai e o Brasil”, enfatizou.
Novos investimentos para impulsionar o corredor
A ministra mencionou o financiamento aprovado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que contribuirá com US$ 200 milhões para a construção de infraestrutura entre Cruce Centinela e Mariscal Estigarribia, bem como para as conexões das comunidades vizinhas ao corredor. “O governo paraguaio está mais comprometido do que nunca com o desenvolvimento de projetos estratégicos de infraestrutura. Já investimos mais de um bilhão de dólares neste corredor e continuaremos avançando sem contratempos”, enfatizou. Ela também falou sobre a construção da nova ponte na fronteira com a Argentina.

Infraestrutura com impacto social e humano
A engenheira Centurión enfatizou que este projeto transcende a esfera econômica. “Este projeto traz justiça e equidade em termos de infraestrutura para comunidades que estavam completamente isoladas e desconectadas”, afirmou. Ela também destacou a contribuição do setor da construção civil e a geração de empregos que o projeto proporcionou. “Hoje, mais de 300 trabalhadores, incluindo mulheres e membros de comunidades indígenas, participam da construção da ponte”, afirmou.
Por fim, a ministra também destacou o profundo impacto social que este projeto representa para as comunidades historicamente marginalizadas do norte do país. “O corredor bioceânico representa também os primeiros quilômetros pavimentados no norte do nosso país. São comunidades que estavam completamente isoladas e desconectadas, e hoje têm um novo capítulo para escrever”, afirmou.
Fonte: MOPC – PY


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