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Jornalistas enfrentam temperaturas extremas para revelar os bastidores da Rota Bioceânica

Uma equipe formada por oito integrantes, sendo seis experientes profissionais da imprensa, está percorrendo um dos mais promissores e estratégicos eixos de integração da América do Sul: o Corredor da Rota Bioceânica. Com partida em Mato Grosso do Sul, o grupo tem como missão registrar e divulgar os potenciais econômicos, logísticos, culturais e turísticos dessa nova rota continental que conecta o Brasil ao Oceano Pacífico.

O trajeto tem início em Campo Grande e segue por Porto Murtinho (MS), cruzando a fronteira até Carmelo Peralta, no Paraguai. Em solo paraguaio, a equipe avança por regiões do Chaco Central, passando por Loma Plata, Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo. A expedição segue pela Argentina através de Mission La Paz, Santa Victoria Este, Orán, Tartagal, San Salvador de Jujuy, Purmamarca e Paso de Jama — este último, já na fronteira com o Chile.

Em território chileno, o grupo percorre cidades estratégicas como San Pedro de Atacama, Calama, Sierra Gorda, Mejillones, Antofagasta, Tocopilla e Iquique — importantes portos de onde produtos sul-americanos devem seguir rumo aos mercados asiáticos.

Segundo estudos econômicos, o corredor bioceânico promete reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade de produtos do Centro-Oeste brasileiro, norte do Paraguai, noroeste da Argentina e norte do Chile — especialmente com destino à Ásia.

Liderada pelo renomado jornalista internacional Caio Junqueira (CNN), ao lado do apresentador Fábio Pelegrini (TV Educativa/MS), além de cinegrafistas, fotógrafos e do experiente jornalista Toninho Ruiz, profundo conhecedor da região, a equipe está documentando todo o percurso. Enfrentam, no entanto, desafios extremos: deixaram os 33 °C do Brasil e agora lidam com temperaturas abaixo de 15 °C nas montanhas da Cordilheira dos Andes.

Apesar das adversidades climáticas, o espírito da equipe é elevado. Entre registros únicos, destacam-se encontros com lhamas e vicunhas, que futuramente devem se tornar símbolos do potencial turístico contemplativo da Rota Bioceânica.

A jornada deve se encerrar até o fim da semana — com imagens, histórias e dados que prometem lançar luz sobre um projeto que pode mudar o mapa logístico da América do Sul.

Texto e Imagens: Toninho Ruiz

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