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CNC afirma que um corredor bioceânico é o “sonho da Bolívia e de outros países”

O presidente da Câmara Nacional de Comércio (CNC), Eduardo Olivo, afirmou nesta quinta-feira que fazer parte de um corredor bioceânico é o sonho da Bolívia e dos países vizinhos da região, para benefício do comércio internacional.

Ele também destacou os esforços que estão sendo feitos pelo governo de Rodrigo Paz para incluir a Bolívia em um corredor bioceânico que ligará os oceanos Pacífico e Atlântico.

“Se conseguirmos fazer parte do corredor bioceânico, será um grande sucesso para o Governo. Entendemos que unir o Pacífico ao Atlântico não é apenas um sonho da Bolívia, mas de todos os países vizinhos”, disse ele à TV boliviana.

Ele enfatizou que essa possibilidade beneficiará o desempenho no comércio internacional e impulsionará a geração de receita em toda a cadeia logística.

“Fazer parte de um corredor bioceânico não só nos beneficia em termos de desempenho no comércio internacional, como também ajudará a gerar renda ao longo de toda a rota para todos os nossos investidores em diferentes serviços, como veículos, hotéis, restaurantes, etc.”, acrescentou.

Projetos

Na segunda-feira, o presidente Rodrigo Paz confirmou que viajará para a posse do recém-eleito presidente do Chile, José Antonio Kast, em março, e anunciou que as negociações estão progredindo com aquele país, bem como com o Peru, o Brasil e o Paraguai, para consolidar um corredor bioceânico na região.

“É extremamente importante entender que o Pacífico, através do Chile e do Peru, é uma questão importante para o comércio, o emprego e uma boa economia para os bolivianos”, disse Paz na ocasião.

Além disso, em janeiro, após sua participação na assinatura do Acordo Mercosul-União Europeia, Paz destacou o compromisso da Bolívia com o desenvolvimento de corredores bioceânicos e afirmou que projetos de diferentes tipos desses eixos de integração estão sendo elaborados.

Devido à falta de uma saída marítima, um corredor bioceânico é essencial para que o país melhore sua dinâmica no comércio exterior.

Fonte: La Razón

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