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Abordagem abrangente do Corredor Bioceânico

A série “Corredor Bioceânico como Oportunidade para o Desenvolvimento Local”, que consiste em quatro sessões de conscientização, começou em 15 de setembro e vai até 6 de outubro, com entrada gratuita.

“O negócio principal do Corredor Bioceânico é econômico, agroindustrial, de transporte, etc., mas a oportunidade nos justifica começar a vê-lo como uma alternativa para alavancar em cada setor ou área o desenvolvimento local, as oportunidades de negócios, criar alianças que nos permitam conectar com outros países e gerar impacto em nossos negócios, nossas organizações e as comunidades nas quais estamos envolvidos”, explicou Ramón Aisama, coordenador da Rede Andina de Turismo Sustentável, sobre a justificativa.

A penúltima reunião acontecerá amanhã, das 19h às 20h30, no Hotel Quebrada de Humahuaca, localizado na Avenida 19 de Abril, nº 427, no centro de Humahuaca.

Os temas a serem discutidos incluirão: Comunidades indígenas e saberes ancestrais, Municípios turísticos e seus desafios e Mulheres empreendedoras como lideranças do corredor.

O segundo encontro foi realizado nas instalações da Uthgra e contou com apresentações de Ernesto Altea sobre “Liderança Empresarial”, Joaquín Carrillo, presidente do Instituto Belgraniano, sobre “A História como Eixo de Conexão na Rota Bioceânica” e Rubén Daza, Secretário de Economia Popular, sobre “O Potencial de Integração de Pequenos Produtores Rurais ao Corredor”.

Também participou virtualmente do Brasil Luciana Azambuja, Superintendente de Economia Criativa do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, que falou sobre “A Economia Criativa Baseada na Cultura”.

Cada um deles abordou o corredor bioceânico com base em sua expertise, oferecendo contribuições valiosas que vão desde a história de como o comércio conecta Brasil, Paraguai, Argentina e Chile por meio do uso de recursos naturais como canais de troca, até a liderança por meio de produtos, enfatizando sua qualidade, serviço e preços acessíveis. Complementaram a discussão as implicações e o impacto da economia popular e a experiência da economia criativa no Brasil.

Fonte: El Tribuno de Jujuy

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